Sim, o acompanhamento regular com o pneumologista é essencial nesse aspecto, pois o médico reconhece qual o seu padrão habitual de sintomas. Geralmente, há suspeita de infecção em caso de sintomas associados como febre, perda de olfato ou piora dos sintomas diários como falta de ar com menos esforço e aparecimento de catarro.
É importante estar atento para o tempo de duração da tosse e a associação com outros sintomas. A tosse persistente, com duração maior do que 2 semanas, deve ser investigada. Principalmente, se for acompanhada por febre, perda de peso, falta de ar, engasgos, secreção ou dor de cabeça.
As imagens do tórax representam um retrato e são um verdadeiro tesouro para o pneumologista! Procure guardar com cuidado seus exames antigos, em locais secos, longe de luz e umidade, para melhor conservação. Isso fica ainda mais fácil hoje em dia, já que a maior parte das clínicas grava o exame em CD.
Os pulmões apresentam pequenos "sacos de ar" chamados alvéolos, que possuem elasticidade. Assim quando o ar entra na inspiração, a parede do alvéolo expande. Depois, há saída passiva de ar (a expiração) com o retorno do alvéolo ao seu tamanho original. No enfisema, há o dano à parede do alvéolo e dificuldade na expiração, o que resulta no aprisionamento de ar nos pulmões.
Não é normal. Sentir cansaço ou falta de ar ao subir um lance de escadas, caminhar no mercado ou arrumar a casa não é apenas "sinal do envelhecimento". A DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) se desenvolve de forma lenta e esses pequenos desconfortos costumam ser os primeiros avisos do corpo. O exame de espirometria (o famoso "teste do sopro") pode esclarecer essa dúvida de forma simples e rápida.
Sim. O fumo passivo, conviver por anos com a fumaça do cigarro de familiares, é uma causa muito comum de DPOC em mulheres. Além disso, a exposição prolongada à fumaça de fogão a lenha ou à poluição do ar também pode danificar os pulmões ao longo das décadas. Se você tem cansaço ou tossinha frequente, vale a pena investigar.
Faz toda a diferença! O pulmão começa a se recuperar poucas semanas após o último cigarro. Parar de fumar em qualquer idade interrompe a destruição acelerada dos seus pulmões, melhora a circulação, reduz as crises de falta de ar e devolve a energia para você aproveitar momentos com a família e netos com mais qualidade.
A DPOC não tem cura, mas tem controle e tratamento muito eficazes. O objetivo principal é devolver sua autonomia e aliviar os sintomas. Com o uso correto de medicações inalatórias específicas, vacinação em dia e exercícios leves orientados, é perfeitamente possível recuperar o fôlego, evitar internações e ter uma vida ativa e independente.
O segredo é não tentar passar por isso sozinha. A dependência da nicotina tem componentes químicos, comportamentais e emocionais. Com o acompanhamento de um pneumologista, é possível estabelecer um plano individualizado para lidar com os gatilhos que despertam a vontade de fumar e os sintomas da abstinência, tornando o processo seguro, mais leve e adequado ao seu momento de vida.
Não. Os cigarros eletrônicos continuam entregando altas doses de nicotina, mantendo o vício ativo no cérebro. Além disso, eles contêm substâncias químicas tóxicas que causam graves lesões inflamatórias nos pulmões. Se você quer ficar livre da nicotina, entre em contato com a minha equipe.